Le Havre

LE HAVRE 

Le Havre tem um posicionamento geográfico privilegiado na baía do Sena, a 2 horas de Paris, 75 km de Rouen, 35 km de Etretat, 25 km de Honfleur e 43 km de Deauville. Em 2017, Le Havre celebrará seus 500 anos. Construída pelo rei Francisco I, destruída em 1944, a cidade foi em larga escala reconstruída por Auguste Perret. Em 2005, o centro revitalizado passou a ser reconhecido como patrimônio mundial da UNESCO. Pode-se reconhecê-lo pela sua luminosidade incrível, pelo espírito “rock and roll”, pela cultura gráfica onipresente e pelo porto no centro da cidade.

 

O mar como horizonte

Le Havre é um verdadeiro reduto náutico. Ela é candidata para receber as provas de vela nos Jogos Olímpicos 2024 com participação na candidatura de Paris.
Desde 1993, organiza regularmente grandes eventos de vela.
1993 é a data da primeira Rota de Café entre Le Havre e Cartagena. Então, tornou-se a Transat Jacques Vabre, sem nunca deixar seu porto de partida em Le Havre.
Le Havre recebeu 4 campeonatos de vela Espoirs da França, 8 etapas do circuito Le Havre All Mer Cup, uma largada da Solitaire du Figaro, um prólogo do Tour de France à vela, a Semana de Vela da Normandia, sem esquecer uma edição do Nacional de Laser, 4 copas internacionais de Optimist, um campeonato francês entre empresas e um campeonato França UNSS de windsurfe. E ainda aguarda o Nacional J80 em 2016.
A cidade tem 3 clubes de vela; a Sociedade de Regatas de Le Havre, fundada em 1838 pelos precursores de clubes de vela na Europa continental, o Clube Náutico de Le Havre (CNH) e o Centre Náutico Paul Vatine, além da Sociedade de Remo de Le Havre.

 

Um DNA particularmente esportivo

Os esportes náuticos não estão sozinhos na gama de opções que Le Havre oferece. Le Havre também pode se orgulhar no futebol, no hóquei de campo, no rugby com o mais antigo centro, o HAC, fundado em 1872. E é no gramado do estádio Langlaff, o campo mais antigo de rugby da França, que a equipe de Le Havre continua treinando.
Em 2006, Le Havre também inaugurou o maior parque de skate ao ar livre da França (7.000m2).
Hoje, com quarenta atletas de alto nível distribuídos em 17 diferentes modalidades e em vários centros de treinamento a nível nacional, Le Havre é frequentemente premiada.

 

Muitos artistas inspirados por Le Havre

Monet fez ali “Impressão, nascer do sol”, inventando o imenso movimento artístico do impressionismo que influenciou a obra de pintores como Pissarro, Dufy, Friez e muitos outros que pintaram a vida marinha, seus navios e a singularidade dos veleiros. Essas notáveis figuras do iluminismo abriram caminho para fotógrafos e cineastas, e a luz excepcional de Le Havre ditou o envolvimento desses artistas – de Renoir a Kaurismaki – com os traços da cidade.
Hoje, é no museu de arte moderna André Malraux (MuMa) que se descobre o principal acervo impressionista da região.
André Malraux inventou em Le Havre, em 1961, o conceito das casas da cultura e impulsionando a população local: “Lembre-se, Le Havre, será dito que foi aqui o lugar onde tudo começou”.
Da pena dos escritores, Jean-Paul Sartre concebeu “Náusea”, Raymond Queneau viu surgir sua vida e obra, Louis Ferdinand Céline pensou “Viagem ao fim da noite” e Pascal Quignard, seu imenso trabalho com memórias de Le Havre.

 

Uma revitalização urbana de grande proporção

Grandes projetos começaram a redesenhar a orla de Le Havre; a reurbanização do Docks, a revitalização do cais Southampton e das bacias, a criação de um campus universitário e de um centro de eventos...
O Porto de Le Havre também se modernizou rapidamente para receber os maiores navios de contêineres e beneficiar um eixo governamental inédito – HAROPA – com os portos de Rouen e Paris.
Outras importantes realizações mudaram profundamente o cenário da cidade, tais como o lançamento do bondinho elétrico em 2012, que permite percorrer as regiões alta e baixa da cidade, a construção do estádio Océane, os jardins suspensos e, recentemente, a Escola Nacional Superior Marítima.
Desde 2013, o Forte de Tourneville conta com dois novos espaços. O Tétris, lugar multidisciplinar de criação e de espetáculos, e o Sonic, centro de ensino dedicado aos músicos da atualidade, contribuindo para manter ainda mais vivo este local destinado à cultura.

 

Uma cidade de arquitetos

Vários edifícios fazem perpetuar a utopia urbana do pós-guerra. Desde a sua inscrição junto à UNESCO, a cidade nunca deixa de aproveitar este reconhecimento.
Le Havre conta com várias assinaturas famosas: Oscar Niemeyer pelo “Volcan”, Jean Nouvel pelo complexo náutico das bacias do Docks, Michel Desvigne pelo cais Southampton, Lagneau e Prouvé pelo Museu Malraux, Gillet pela passarela na Bacia do Comércio, Candilis pela construção da Résidence de France, Alberto e Charlotte Cattani pela cidade universitária, Charles e Thomas Lavigne pela ponte levadiça, René e Phine Weeke Dottelonde pela biblioteca universitária, Dottelonde pela sede da CCI e Bernard Reichen pela revitalização do Docks Vauban.

 

Uma cidade de estudantes

O campus de Le Havre engloba
Escola de Administração da Normandia
Escola Nacional Superior Marítima 
Escola Superior de Arte e Design Le Havre Rouen 
Instituto de Formação de Educadores da Normandia
Instituto Nacional de Ciências Aplicadas de Rouen 
Ciências Políticas, Europa e Ásia
Universidade de Le Havre 

Com seu dinamismo e estilo de vida privilegiado, Le Havre oferece duas inovações. O campus do centro da cidade abriga a Escola Nacional Superior Marítima (ENSM) e a Divisão de Engenharia e Logística (PIL).
A ENSM forma oficiais da Marinha Mercante. A Associação de Le Havre e seus parceiros decidiram oferecer aos alunos uma nova escola em um região que mantenha essa natureza. As consequências disso demonstram o desejo de oferecer aos alunos de Le Havre as melhores condições com estudos atuais a nível nacional. Esta escola, desde a arquitetura às premissas, tem seu centro universitário integrado bem no coração da cidade.
A PIL foi criada para reforçar o potencial de Le Havre para o ensino superior, a pesquisa científica e a inovação no domínio da logística.

 

Principais números   

Uma praia de 2 km no centro da cidade com uma orla movimentada com 30.000m2
1 marina com 1.500 anéis de atracação 
1o Porto francês de comércio exterior
1o Porta de entrada Mancha-Atlântico para navios de cruzeiro
1a cidade em número de filiados na Federação Francesa de Vela
1 teatro nacional, o “Volcan” 
1 estádio de futebol com 25.000 lugares reconhecido como o primeiro estádio de energia renovável na França
12.000 estudantes